
“Saúde é o estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença.” Tantas vezes citado, o conceito adotado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 1948, longe de ser uma realidade, simboliza um compromisso, um horizonte a ser perseguido. Saúde não é um “estado estável”, que uma vez atingido possa ser mantido.
Assumido o conceito da OMS, nenhum ser humano (ou população) será totalmente saudável ou totalmente doente. Ao longo de sua existência, viverá condições de saúde/doença, de acordo com suas potencialidades, suas condições de vida e sua interação com elas.
Entende-se Educação para a Saúde como fator de promoção e proteção à saúde e estratégia para a conquista dos direitos de cidadania. Sua inclusão no currículo responde a uma forte demanda social, num contexto em que a tradução da proposta constitucional em prática requer o desenvolvimento da consciência sanitária da população e dos governantes para que o direito à saúde seja encarado como prioridade.
A escola, sozinha, não levará os alunos a adquirirem saúde. Pode e deve, entretanto, fornecer elementos que os capacitem para uma vida saudável. O ensino de saúde tem sido um desafio para a educação, no que se refere à possibilidade de garantir uma aprendizagem efetiva e transformadora de atitudes e hábitos de vida. As experiências mostram que transmitir informações a respeito do funcionamento do corpo e descrição das características das doenças, bem como um elenco de hábitos de higiene, não é suficiente para que os alunos desenvolvam atitudes de vida saudável.
É preciso educar para a saúde levando em conta todos os aspectos envolvidos na formação de hábitos e atitudes que acontecem no dia-a-dia da escola. Por esta razão, a educação para a Saúde será tratada como tema transversal, permeando todas as áreas que compõem o currículo escolar.
A educação para a saúde trata de uma concepção dinâmica, entendida como direito universal e como algo que as pessoas constroem ao longo de suas vidas, em suas relações sociais e culturais. Na abordagem apresentada, a educação é considerada um dos fatores mais significativos para a promoção da saúde. Ao educar para a saúde, de forma contextualizada e sistemática, o professor e a comunidade escolar contribuem de maneira decisiva na formação de cidadãos capazes de atuar em favor da melhoria dos níveis de saúde pessoais e da coletividade.

O uso da leitura e suas facetas desenvolvidas na escola incentivam à formação de leitores. Nos livros aprendemos sobre nós mesmos e sobre o mundo em que vivemos, encontramos sonhos, fantasias e emoções. O bom livro é um insubstituível veículo de cultura e prazer. Ler é desvendar os mistérios do mundo, sentir prazer e não apenas superar dificuldades, melhorar sua própria vida, ou ainda para aprender escrever.
A possibilidade de convívio com os livros deve extrapolar as paredes da sala de aula e o desenvolvimento sistemático da sua escolarização. O ser humano quando ouve ou lê uma história, tem informação, tem lazer, imagina situações, tem oportunidade de desenvolver sua capacidade criadora, porque as histórias permitem o uso da fantasia, da imaginação, indiferente da faixa etária em que se encontra.

Diversidade cultural diz respeito à variedade e à convivência de ideais, características ou elementos diferentes entre si, em determinado assunto, situação ou ambiente.
A sociedade brasileira reflete, por sua própria formação histórica, a diversidade. Somos nacionalmente uma síntese intercultural.
O termo diversidade cultural retrata as várias formas de identidade de povos e culturas ao longo do tempo, suas diferenças enquanto linguagem, vestimentas, tradições, costumes, modo de agir e de ser. Caracteriza-se ainda pelas diferenças culturais que existem entre as pessoas e a forma como eles interagem com o ambiente.
Desta forma, nossa escola desenvolveu este projeto para a propagação das culturas existentes no mundo e o conhecimento de novas formas de agir e pensar, para que dessa maneira as crianças tenham a consciência do multiculturalismo e da importância de se respeitar a diversidade.

Segundo dados estatísticos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA – (2004), o Brasil é o quarto país onde acontecem mais acidentes de trânsito, por diversos motivos. Um deles é o comportamento inadequado de motoristas, pedestres e passageiros, fato ligado ao modo como cada um percebe o trânsito. Por um lado, os motoristas pensam que os veículos são mais importantes, por outro, pedestres acham que não são respeitados como deveriam. Muitos, porém, cometem imprudências.
Por esses motivos, nossa escola desenvolveu este projeto para educar nossos alunos, possíveis motoristas no futuro e contribuir na mudança de comportamento no trânsito.
A melhor forma de desenvolver uma educação para o trânsito é destacando os direitos e deveres dos motoristas e pedestres e fazer com que os alunos trabalhem com situações reais.
O trânsito é feito de pessoas, por isso, é importante valorizar a vida!

No mundo todo não se fala em outra coisa, nas ruas das grandes cidades, entre os amigos, dentro da sala de aula e nos corredores da escola, o assunto é sempre o mesmo: a questão ambiental. Esta temática está em alta por uma simples razão: a necessidade de sobrevivência do planeta.
Quanto mais cedo o tema for abordado com os alunos, maiores as chances de despertar a consciência pela preservação ambiental.
Acreditamos que a Terra pode se recuperar, se começarmos agora mesmo a mudar nossos hábitos. Para isso, tem-se como objetivo a formação cidadã.